Ego....o local eleito para o reencontro comigo! Sem mais pretensões senão a de existir! Feito por quem desejou fazer das palavras de todos, um pouco mais suas!
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quarta-feira, junho 19, 2013
Blurry
E parece que não se passaram 10 anos, parece que voltei ao mesmo ponto em que me encontrava em pleno Secundário.
Há realidades que quase se tocam. No que concerne à falta de conexão com o outro lado, muito a ESA e a FMUC têm em comum. E não deixa de ser revelador, uma vez que me faz prever com grande precisão o que acontecerá no dia que terminar o meu caminho aí.
terça-feira, junho 11, 2013
Coração de manteiga
"Assumir o problema é meio passo para a cura"
Sempre ouvi dizer isto. Se é verdade? Não sei. Mas tentar não custa. Portanto aqui fica o meu reconhecimento público. Sou uma sentimental. Uma emotiva inveterada. Gosto de afectos, de emoções, de laços.
Sinto uma dor dilacerante sempre que perco alguém, que me afasto de quem gosto.
Mas pior que não conseguir desligar esta veia sentimental é não conseguir disfarçar o quão nos afectam determinadas coisas.
Sempre fui assim, facilmente sinto os olhos enublados e a tender para a precipitação. Faz-me sentir fraca, demasiado transparente.
Hoje a custo, a muito pulso tentei (e consegui, espero) gerir o mar tumultuoso de sentimentos que me foi tomando ao longo do dia de modo a não os tornar visíveis. Acho que consegui.
Mas não é a minha faceta, não é com facilidade, nem com naturalidade que o faço.
Desejo? Tenho o de regressar, procurar-te e abraçar-te longamente como fazíamos a cada desejo de boa noite.
Desejo? Tenho o de regressar, procurar-te e abraçar-te longamente como fazíamos a cada desejo de boa noite.
Conforta-me o saber que estás bem, se não o estivesses, eu estaria aí.
*
sábado, abril 13, 2013
Caminhando com o fio do pensamento
Hoje só me apetece deixar o raciocínio fluir, e ver onde me leva. É um exercício sempre com um considerável risco, já que a nossa mente tem fortes tendências para nos levar sistematicamente aos mesmos lugares de dor, às encruzilhadas de sempre, ao que no fundo nos fornece mais incerteza.
Apesar do risco é isso mesmo que me apraz fazer. Ver a sucessão de memórias e pensamentos que vão percorrendo a mente, a par do que faço todas as noites, mas desta vez de modo consciente.
Neste que parece ser o primeiro dia de Primavera (real), sinto-me empurrada para as memórias de infância, para os longos dias na terra da avó materna, recheados de mimo, canções e gargalhadas. É difícil conseguir reproduzir em palavras a sensação de liberdade e felicidade com que foram vividos esses tempos.
Imediatamente bate aquela saudade imensa, que quase imobiliza qualquer possibilidade de respiração: "dava tudo para vos ter comigo"... e não tendo eu a capacidade de acreditar em qualquer entidade divida que nos possa um dia reunir, tenho neste desejo imenso e na vontade de vos perpetuar da melhor forma, a minha orientação em cada passo de maior incerteza.
E por mais anos que passem, não esquecerei certamente (permitam-me excluir os hipotéticos cenários neurodegenerativos) dessa tua doçura, da forma meiga como sorrias e me acariciavas os cabelos, do cheiro da Casa e da tua voz. É incrível, como mesmo após 18 anos, a tua voz continua tão presente em mim, e nas minhas memórias.
Sei que se fosse possível e conseguisses voltar cá, por um dia, irias ficar muito feliz com as pessoas em que eu e o meu irmão nos tornamos, sei que ficarias radiante com todas as conquistas, tomadas a pulso, pelo núcleo. E isso deixa-me apaziguada.
Fazer uma livre introspecção é sem dúvida algo que nos pode levar para os mais sombrios lugares, mas igualmente, é o exercício que nos pode voltar a por em contacto com as mais puras sensações de felicidade.
Muito obrigada por continuares presente em cada pequeno passo que eu dou*
terça-feira, fevereiro 19, 2013
"Família D" - Apresentação
Não consigo precisar como fui percorrer esse caminho mental que me levou a ela. Mas dei por mim embrenhada num exaustivo processo de recrutamento de memórias. Memórias longínquas e que nem sabia que conseguia invocar com tamanha precisão.
Reparei, no entretanto, que não havia nunca feito qualquer referência à matriarca, nem tampouco a essa família. Não me espanta. Demorei algum tempo a ver claramente as pessoas que estavam por detrás de toda a farsa de família íntegra, era então demasiado nova para querer ver o quão enganadoras as pessoas podem ser.
Vista de longe, parecia a família perfeita. Pessoas cultas, educadas, estáveis na vida... em suma, o protótipo que vemos no ecrã, no típico filme de sábado à tarde e que nos é vendido como "a" família.
No entanto, à medida que nos aproximamos reparamos que o verniz luzidio que ao longe nos parecia impecável, está completamente estalado e marcado por profundas frinchas. Cada frincha aberta por uma pequena, ou nem tão pequena, mentira. E vista de perto, verificamos que os laços que habitualmente unem elementos, foram neste caso substituídos por uma emaranhada teia de interesses e colada com mentiras.
São três os elementos da teia. Todos eles contribuem largamente para o caos. Nenhum gosta do núcleo a que pertence, mas nunca o abandonaria, porque há que trabalhar para manter essa que é a missão grupal: alimentar a imagem de família perfeita. Para isso, ignoram-se traições de anos, mentiras inacreditáveis, jogos de interesses, ódio mútuo. Tudo vale, para o fim que se deseja.
O 3º elemento, fruto da relação dos dois primeiros, cedo aprendeu as regras do jogo. E em última análise sabe que não interessa a verdade dos factos, mas sim a verdade que conseguimos vender. Se um cenário for suficientemente bom para ser credível ao mundo, então, é verdadeiro. Esta é a filosofia base do clã D. E é a premissa que nunca será abandonada.
Tive o infortúnio de ser no curso dos dias levada ao clã. Partilhei espaço, refeições, mas mais que isso, cega pela minha inocência, partilhei a minha preciosa confiança. Por pouco não fui engolida por eles. Mas como toda a mentira tem perna curta, cada mentira, traição da teia foi sendo meticulosamente descoberta e esclarecida por mim. Quis ter a certeza que não estava a ser profundamente injusta. Hoje sei que o dia em que virei as costas ao clã D, foi o dia em que me salvei de morrer asfixiada pela teia deles. Sei igualmente que nem todos tiveram a minha sorte. Lamento-o. Ou talvez não. Porque pessoas há com igual espírito, que tudo fazem para alimentar a fachada de vida perfeita. Desculpa-me Lady P se te sou injusta. Porém, não te conheço e como tal quero dar-te esse benefício da dúvida. Se como eu és apenas mais alguém inocentemente levada a confiar no que nos é contado, faz-te um favor: abre os olhos e liberta-te!
Depois destes anos passados, continuo a sentir um grande aperto no meu interior quando penso no clã, hoje diminuído. Porque apesar de tudo, custa acordar para a realidade de um mundo onde existem pessoas capazes de ludibriar tudo, e todos, pelo tempo que lhes seja possível.
Clã D, lamento muito ter-vos conhecido. De vós, mais não quero do que o resto dos meus dias de distanciamento.
domingo, fevereiro 03, 2013
Casa mãe
Tens um espírito único, muito para além da componente técnico-científica. És a referência primeira, a instituição que lembrarei sempre que pensar no ensino.
Hoje voltar a ti, saber que rumas a um crescimento sustentado, que lentamente vais ganhando a merecida visibilidade faz com que eu sinta uma enorme vontade de novamente participar mais directamente no que é teu.
Tenho saudades de muito do que apenas na ESTSP encontrei. Mas foi bom, viver por momentos um pouco do que sempre me proporcionaste. Mais uma vez obrigada, minha casa mãe. Voltarei a ti, certamente, como sempre*
Hoje voltar a ti, saber que rumas a um crescimento sustentado, que lentamente vais ganhando a merecida visibilidade faz com que eu sinta uma enorme vontade de novamente participar mais directamente no que é teu.
Tenho saudades de muito do que apenas na ESTSP encontrei. Mas foi bom, viver por momentos um pouco do que sempre me proporcionaste. Mais uma vez obrigada, minha casa mãe. Voltarei a ti, certamente, como sempre*
terça-feira, janeiro 15, 2013
Pula, avança.
Tens de o fazer, larga essas amarras que te prendem a uma realidade morta. Não deixes que fique tanto de ti num mundo que não volta.
Foi bom, foi uma época feliz e risonha que sempre será guardada com todo o carinho. Mas é mesmo esse o tempo verbal que se tem de empregar: "Foi".
Não fiques triste em ver que as coisas mudaram, não caias na tentação de te sentir frustrada e desvalorizada. As coisas mudam, e como disse outrora o "chefe": "Ninguém é insubstituível"
De facto não.
Avança, segue em frente. Terás um dia novamente um núcleo duro, mas serás nele realizada a níveis que nunca poderias ser se tivesses parado.
E sempre que te bater à porta esse sentimento, volta aqui, relê isto. Tantas vezes quantas sejam precisas.
Sorri, pula, avança.
Deves isso a todos os que contigo estão nesta luta, que se sacrificam diariamente para viveres o teu sonho
*
Foi bom, foi uma época feliz e risonha que sempre será guardada com todo o carinho. Mas é mesmo esse o tempo verbal que se tem de empregar: "Foi".
Não fiques triste em ver que as coisas mudaram, não caias na tentação de te sentir frustrada e desvalorizada. As coisas mudam, e como disse outrora o "chefe": "Ninguém é insubstituível"
De facto não.
Avança, segue em frente. Terás um dia novamente um núcleo duro, mas serás nele realizada a níveis que nunca poderias ser se tivesses parado.
E sempre que te bater à porta esse sentimento, volta aqui, relê isto. Tantas vezes quantas sejam precisas.
Sorri, pula, avança.
Deves isso a todos os que contigo estão nesta luta, que se sacrificam diariamente para viveres o teu sonho
*
terça-feira, novembro 11, 2008
Hold on for me!

Gargalhadas estridentes ecoam pelas paredes das memórias desses quatro anos!! Cada dia, ouço-as comigo.
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Trio Odemira
domingo, outubro 19, 2008
Pois é...
Ultimamente o hábito de escrever neste espacinho tem aparecido mais esporadicamente.
Muitos são os motivos que posso evocar para tal: desde falta de tempo, internet, disponibilidade, etc.
Verdade seja dita, quando à pouco me perdi por momentos neste assunto cheguei à conclusão que dos factores que mais afectaram a postagem de delírios egocêntricos foi mesmo a separação da família invicta. Quando dou por ela tenho os dias resumidos ao caminho de casa-IPATIMUP, IPATIMUP-casa. No entretanto das viagens, acontecem biliões de coisas, mas tudo me ocorre menos referi-las, basicamente porque não interessam a ninguém.
Não há portanto aqueles encontros no CP 4º Dir Tras, nem no freetime, ou progresso ou onde quer que seja. Não há sessões de praxe, sessões de cinema, parvoíces 24/7. E fazem falta...
Quando mais reparei nesta ressaca sentimental foi quando, a preparar os filtros para fazer colunas de Sephadex e purificar os produtos de sequenciação disse a mim mesma: "...logo quero falar com a Marianinha sobre isto!" Mas rapidamente ouvi-me na resposta:"...não posso, a Mariana já não está lá de pijama a comer bolachas à frente da TV a ver na RTP2 desenhos animados, à minha espera para fazer qualquer coisa.. Está casada!"
E foi aí que reparei que não há grandes motivos para divagar.... falta o essencial, falta a família invicta!
domingo, julho 13, 2008
A História ;)
Palmilhei muita da net tentando encontrar a música que ouvi pela primeira vez num momento que não mais irei esquecer!
Pensei que era de outra cantora. Nunca lhe chegaria...
Hoje, quando estava no jardim a brincar com a Xana e a espreitar a birra ciumenta do Alpha... quando menos esperava comecei a ouvir de longe os acordes que lhe pertenciam... vim num pulo só e era do pc da sala que vinha!
Já a tenho, já a roubei ao meu irmão, já sei quem é a cantora... já tem nome a "minha" música ;)
(e sei que vai ser daquele tipo de músicas que rapidamente cansam...mas por agora "I'm in love"...até porque entra a Anatomia de Grey ;)
The Story - Brandi Carlile
"All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
Yeah you do and I was made for you
You see the smile that's on my mouth
Is hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through like you do
And I was made for you...
All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you"
Pensei que era de outra cantora. Nunca lhe chegaria...
Hoje, quando estava no jardim a brincar com a Xana e a espreitar a birra ciumenta do Alpha... quando menos esperava comecei a ouvir de longe os acordes que lhe pertenciam... vim num pulo só e era do pc da sala que vinha!
Já a tenho, já a roubei ao meu irmão, já sei quem é a cantora... já tem nome a "minha" música ;)
(e sei que vai ser daquele tipo de músicas que rapidamente cansam...mas por agora "I'm in love"...até porque entra a Anatomia de Grey ;)
The Story - Brandi Carlile
"All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
Yeah you do and I was made for you
You see the smile that's on my mouth
Is hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through like you do
And I was made for you...
All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you"
sexta-feira, maio 09, 2008
The Cranberries
Uma das bandas que dão som ao filme que tem sido a minha vida, hoje nem sei porquê decidi revisitar estes tempos...
São muitas as músicas que eu ouvi sem cansar, cantando e cantarolando vezes e vezes sem conta!
Decidi colocar uma das muitas:
The Cranberries - Animal Instinct
"Suddenly something has happened to me
As I was having my cup of tea
Suddenly I was feeling depressed
I was utterly and totally stressed
Do you know you made me cry
Do you know you made me die
And the thing that gets to me
Is youll never really see
And the thing that freaks me out
Is Ill always be in doubt
It is a lovely thing that we have
It is a lovely thing that we
It is a lovely thing, the animal
The animal instinct
So take my hands and come with me
We will change reality
So take my hands and we will pray
They wont take you away
They will never make me cry, no
They will never make me die
And the thing that gets to me
Is youll never really see
And the thing that freaks me out
Is Ill always be in doubt
The animal, the animal,
The animal instinct in me
Its the animal, the animal,
The animal instinct in me
Its the animal, its the animal,
Its the animal instinct in me"
São muitas as músicas que eu ouvi sem cansar, cantando e cantarolando vezes e vezes sem conta!
Decidi colocar uma das muitas:
The Cranberries - Animal Instinct
"Suddenly something has happened to me
As I was having my cup of tea
Suddenly I was feeling depressed
I was utterly and totally stressed
Do you know you made me cry
Do you know you made me die
And the thing that gets to me
Is youll never really see
And the thing that freaks me out
Is Ill always be in doubt
It is a lovely thing that we have
It is a lovely thing that we
It is a lovely thing, the animal
The animal instinct
So take my hands and come with me
We will change reality
So take my hands and we will pray
They wont take you away
They will never make me cry, no
They will never make me die
And the thing that gets to me
Is youll never really see
And the thing that freaks me out
Is Ill always be in doubt
The animal, the animal,
The animal instinct in me
Its the animal, the animal,
The animal instinct in me
Its the animal, its the animal,
Its the animal instinct in me"
quinta-feira, maio 01, 2008
Tranças loiras!

Tranças loiras, metro e meio de sonhos, mas sem qualquer problema ou responsabilidade.
O beijo do Sol, o abraço do verde da erva, o descanso numa sombra de uma árvore, o mimo de duas gerações de mulheres que a antecedem!
Acordar para sonhar e não dormir para o poder fazer. Viver para descobrir mais umas mil formas de ser feliz… ser feliz… ser criança…
Onde é que isto se perdeu?
Apenas 20 centímetros me separam dessa altura, uns anos passaram… onde é que me perdi?
Como é que aqui vim parar?
domingo, abril 27, 2008
Anúncio Português
É Português, ganhou prémios, tem perto de 29.000 views no youtube... e mesmo assim, é praticamente desconhecido!
É dos melhores anúncios que vi, e hoje decidi partilhar:
É dos melhores anúncios que vi, e hoje decidi partilhar:
Marcadores:
Abuso Sexual,
Alzheimer,
Memórias,
Problemas,
Violência Doméstica
terça-feira, fevereiro 05, 2008
Obrigada Manu :)
Pelo desenho, pela espontaneidade, pela amizade incondicional, pelos inúmeros momentos que passei contigo, e que sem dúvida marcarão a recordação dos anos de faculdade, de praxe... os melhores, os "verdes anos"
A autora do desenho:
E para agradecer:
"Oh well I don't mind, if you don't mind
'Cause I don't shine if you don't shine
Before you go, can you read my mind?"
;)
Parece que sim... que consegues =)
Beijo
domingo, novembro 25, 2007
O mundo como devia ser
Lentamente começam a ajustar-se, começo a ter mais um ilustre habitante no fantástico mundo das memórias.... Já o vejo a falar com essa doce senhora de tez marcada pelos anos e sorriso terno, já os vejo a ambos a acenar na minha direcção.
Ao aproximar-me constato que existe mais gente naquele agradável espaço, vejo a minha querida amiga a rir enquanto corre noutra direcção, vejo um mar de luz e sorrisos que já não me lembrava ter vivido!
Mas decido juntar-me a eles os dois, sento-me mesmo ao lado do grande cão amarelo que boceja agradavelmente e defronte a um gato cinzento, com uma pequena cabeça preta, olhos azuis que de imediato toma posição no meu colo.
Olho estas duas pessoas, tão familiares, tão queridas... o rapaz de olhos grandes toma-me a face entre as suas mãos grandes e macias, acaricia-me os cabelos, coloca-me um beijo na testa e outro nos lábios....
A senhora, com o seu constante sorriso no olhar, esboça também um nos lábios, agarra-me uma das mãos e diz "Oh Joaninha, já tinha saudades tuas! Abençoada sejas"!
E nesse momento, eu sou-o efectivamente!
Ao aproximar-me constato que existe mais gente naquele agradável espaço, vejo a minha querida amiga a rir enquanto corre noutra direcção, vejo um mar de luz e sorrisos que já não me lembrava ter vivido!
Mas decido juntar-me a eles os dois, sento-me mesmo ao lado do grande cão amarelo que boceja agradavelmente e defronte a um gato cinzento, com uma pequena cabeça preta, olhos azuis que de imediato toma posição no meu colo.
Olho estas duas pessoas, tão familiares, tão queridas... o rapaz de olhos grandes toma-me a face entre as suas mãos grandes e macias, acaricia-me os cabelos, coloca-me um beijo na testa e outro nos lábios....
A senhora, com o seu constante sorriso no olhar, esboça também um nos lábios, agarra-me uma das mãos e diz "Oh Joaninha, já tinha saudades tuas! Abençoada sejas"!
E nesse momento, eu sou-o efectivamente!
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